As barbatanas dos peixes podem às vezes tornar-se tão grandes que chegam a manter o animal em um voo rápido, fora da água. É o caso dos Exocoetus volitans ou esócidas, popularmente conhecidos como coió, cajaléu ou peixes voadores devido à sua capacidade de realizar pequenos voos e não somente pequenos saltos fora da água. A espécie chega a medir vinte e cinco metros de comprimento Outro tipo de peixe voador é a andorinha do mar, um peixe com mais de trinta centímetros de comprimento que nada na superfície das águas, depois, com o auxílio de sua cauda, emerge e plana, percorrendo cinquenta metros ou mais, a uns noventa quilômetros por hora. Tem também o peixe-borboleta, que enfeita muitos aquários com as suas magníficas nadadeiras coloridas, saltando fora da água para apanhar os insetos dos quais se alimenta.
Se você curte dinossauros, escavações, paleontologia, biologia e animais, então você vai adorar o Blog dos Dinos e bichos! Esse blog foi feito com todo carinho e é dedicado à todos os dinomaníacos e animaníacos como eu, que desde criança sempre gostei de dinossauros e animais. Entre e descubra as maravilhas dos seres da Terra de todos os tempos!
sábado, 15 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Os Anfíbios
Sabemos que a vida no nosso planeta originou-se no mar e assim partiu gradativamente para as águas doces e depois para a terra. Foram os anfíbios, tema da postagem de hoje, que realizaram essa passagem a milhões de anos atrás e eles são, até hoje, o ponto de ligação entre a vida na terra e a vida aquática. A palavra anfíbio significa justamente capaz de dupla vida. Em sua juventude os anfíbios vivem na água, não como hóspedes que devem sair para respirar, mas como animais aquáticos capazes de respirar o oxigênio da água, assim como os peixes. Quando adultos, transformam-se em seres terrestres, embora procurem viver sempre próximos da água. O aparelho respiratório deles sofre, portanto, grandes transformações. Na primeira fase respiram por brânquias como os peixes e depois suas brânquias transformam-se em pulmões, ainda que rudimentares quando comparados com os pulmões dos mamíferos por exemplo. A pele deles é viscosa por causa da presença de glândulas que segregam mucos e é muito importante na respiração. Como esses animais não possuem pulmões muito desenvolvidos, a outra parte da respiração é realizada através da pele, conhecida como respiração cutânea. Se cobrimos sua pele com uma substância qualquer, parte da respiração ficará impedida de ser realizada, e o animal pode acabar morrendo sufocado. A temperatura do corpo deles varia de acordo com a temperatura do ambiente e sua circulação é dupla e incompleta.
Falaremos mais especificamente sobre cada um deles e suas características em outras postagens. Fiquem de olho!!!
quarta-feira, 27 de março de 2013
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Aetobatus narinari
Nome científico: Aetobatus narinari
Nome popular: arraia-pintada, raia-pintada, raia-leopardo, raia-chita e muitos outros
Origem do nome: essa espécie é conhecida assim porque possui várias pintinhas que cobrem a superfície do seu corpo
Filo: cordados
Classe: Elasmobranchii
Família: Myliobatidae
Alimentação: carnívoro
Tamanho: varia entre 1,5 m e 3 metros de largura
Peso: entre 80 kg e 220 kg
Onde podem ser encontradas: Oceano Atlântico
Mais informações: A espécie de raias-pintada são grandes e possuem um calda que parece com um chicote, onde podem ser encontrados alguns ferrões que possuem veneno e que são usados como defesa. Alimentam-se principalmente de crustáceos, moluscos e outros animais como camarões e caramujos encontrados no mar. São capazes de nadar por um longo tempo e percorrer longas distâncias e normalmente vivem em pequenos grupos. Nadam sempre perto do chão e quando sentem-se ameaçadas arrumam um jeito de se camuflarem na areia do fundo do oceano. A reprodução é bem engraçada quando o macho chega até a morder a fêmea. Nascem em média de 3 a 4 filhotes que medem por volta de 17 a 30 centímetros.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Rangifer tarandus
Olá pessoal! Como hoje é véspera de Natal resolvi publicar uma postagem sobre as renas em homenagem às renas do trenó do Papai Noel, já que sem elas não haveria Natal, pois como o velhinho iria entregar os presentes sem elas? Nessa postagem vocês encontrarão várias coisas legais sobre esses incríveis animais, que diferente do que imaginamos, não conseguem voar!
Nome científico: Rangifer tarandus
Filo: cordados
Classe: mamíferos
Família: Cervidae
Alimentação: onívoros
Peso: alguns macho chegam a pesar 300 kg e na maioria das vezes possuem duas vezes o peso da fêmea
Onde podem ser encontrados: regiões antárticas como por exemplo no norte do Canada, na Rússia, na Escandinávia, no Alaska e na Islândia.
Mais informações: as renas ou caribus são animais do grupo dos cervídeos, que habitam regiões muito frias e estão sempre em manada. A dieta desses animais é bem variada, pois eles chegam a comer pássaros e ovos além de bambus, ervas e algumas folhas. Uma coisa que os diferenciam do outros cervídeos é que tanto o macho quanto a fêmea possuem galhadas, usadas para defesa. As renas normalmente são grandes, possuem cascos afiados e pele coberta por muitos pelos, necessários ao animal devido ao habitat muito frio em que eles vivem. São casadas pelos seres humanos por causa de sua pele e algumas são até domesticadas e usadas para puxar trenós das regiões frias e é por isso acredita-se que elas puxam o trenó do bom velhinho!
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